terça-feira, 28 de junho de 2011
Movimento para renovação do Legislativo Candiotense
Recentemente foi criada no orkut, uma comunidade visando a “Renovação do Legislativo Candiotense”. Querio parabenizar seus idealizadores pela a iniciativa, e dizer que a mesma, não poderia ter surgido em momento tão oportuno. Pois a população Candiotense, não agüenta mais ver homens públicos que deveriam dar o exemplo: Agindo em desconformidade com as posturas municipais; incentivando pessoas que já possuem residência própria no campo a invadir patrimônio alheio na cidade; sendo beneficiado com o cartão “bolsa família” sem necessidade; pleiteando cargos para seus agregados; praticando contratações ilícitas; incentivando pessoas a invadir áreas verdes e de propriedade de terceiros; inserindo parentes seus em programas de habitação; negociando voto por vantagens pecuniárias; ficando em cima do muro ao invés de ser oposição; colocar nomes em nossas ruas com nomes de animais que nem da nossa flora são; tentando regularizar áreas de invasão fundiária. Desejo que esse movimento tenha muito sucesso e realmente venha para fazer a diferença. Que a população Candiotense, avalie bem antes de entregar seu voto para qualquer um, que escolha um candidato que se encaixe com seus anseios e aspirações e que o mesmo possa futuramente torna-los realidade. Por isso caro leitores, convido todos a abraçar essa causa. Nas eleições de 2012 faça a diferença: Vote pela renovação do legislativo Candiotense.
“Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”
A turma da “estrela solitária”, quando era oposição, enchia-se de razão para cobrar certas atitudes e procedimentos dos que estavam na situação. Criticavam ferrenhamente as contratações de qualquer pessoa oriunda de outros municípios para ocupar cargos e funções em nossa cidade, principalmente os de alto escalão. Pois bem, foi somente assumir o poder, para que a situação invertesse totalmente.
No inicio trouxeram de Bagé, o “MP” para Assessor de Imprensa, a “ML” para assumir a Procuradoria Geral, esta, aliás, elaborou projeto, o qual foi aprovado, em que elevaria seu salário, ficando assim com remuneração quase o dobro dos demais secretários. Os dois ficaram pouco em nossa cidade, pois bastou o “olhos azuis”, assumir um cargo no governo estadual, foram de mala e cuia integrar sua equipe.
Pregavam a valorização dos daqui, mas não foi isso que aconteceu quando dispensaram diversos Candiotenses para contratar presidiários de Bagé.
Insistiam na valorização dos Jovens Candiotenses, mas contrataram gente de Bagé, até para a função de “digitador”, como em nosso município não dispusesse de gente qualificada para desempenhar a função.
Pregavam a igualdade entre os servidores, mas na primeira oportunidade isolaram vários e os colocaram direto no frezzer.
Afirmavam quando assumissem o poder, colocariam “nos eixos” certas “figuras” que não possuiam pontualidade e assiduidade. Pelo contrário, os mesmos seguiram do mesmo jeito e a situação só se agravou.
Atualmente a pasta de Secretário Geral é ocupada por um bageense, cria do “olhos azuis”, porém não sabemos até quanto este permanecerá, pois a qualquer momento poderá ser por “seu mestre” para ingressar em sua equipe em Porto Alegre.
Então caros leitores, por esta e tantas outras contradições, a turma da “estrela solitária”, cumpriu dois velhos ditados: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco” e “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”.
No inicio trouxeram de Bagé, o “MP” para Assessor de Imprensa, a “ML” para assumir a Procuradoria Geral, esta, aliás, elaborou projeto, o qual foi aprovado, em que elevaria seu salário, ficando assim com remuneração quase o dobro dos demais secretários. Os dois ficaram pouco em nossa cidade, pois bastou o “olhos azuis”, assumir um cargo no governo estadual, foram de mala e cuia integrar sua equipe.
Pregavam a valorização dos daqui, mas não foi isso que aconteceu quando dispensaram diversos Candiotenses para contratar presidiários de Bagé.
Insistiam na valorização dos Jovens Candiotenses, mas contrataram gente de Bagé, até para a função de “digitador”, como em nosso município não dispusesse de gente qualificada para desempenhar a função.
Pregavam a igualdade entre os servidores, mas na primeira oportunidade isolaram vários e os colocaram direto no frezzer.
Afirmavam quando assumissem o poder, colocariam “nos eixos” certas “figuras” que não possuiam pontualidade e assiduidade. Pelo contrário, os mesmos seguiram do mesmo jeito e a situação só se agravou.
Atualmente a pasta de Secretário Geral é ocupada por um bageense, cria do “olhos azuis”, porém não sabemos até quanto este permanecerá, pois a qualquer momento poderá ser por “seu mestre” para ingressar em sua equipe em Porto Alegre.
Então caros leitores, por esta e tantas outras contradições, a turma da “estrela solitária”, cumpriu dois velhos ditados: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco” e “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”.
Núcleo de Pesquisas Históricas de Candiota Recebe livros de historiador Bageense.
Após breve contato com Maria Bartira Taborda, filha do renomado historiador Tarcisio Antônio Costa Taborda, Cássio Lopes presidente do Núcleo de Pesquisas Históricas de Candiota, salientou o interesse da entidade em adquirir os livros do pesquisador. Algumas semanas após, para surpresa de todos, Bartira, consegui boa parte da obra de seu pai, a qual fez a questão de doar o acervo para os Pesquisadores Candiotenses. Tarcísio Antonio Costa Taborda foi historiador, professor e escritor, nasceu em Bagé em 13.07.1928 / 13.03.1994. Filho de Áttila Taborda e de Julia Costa Taborda. Exerceu entre 1951/55, o magistério secundário nos Ginásios Espírito Santo, Profª Melanie Granier e Colégio N. S. Auxiliadora, lecionando História do Brasil, Elementos de Economia Política, Português e Latim. Em 1952, foi bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do RGS. Exerceu o magistério superior nas Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e de Direito na FunBA (Faculdades Unidas de Bagé). Fundou em Bagé, o Museu Dom Diogo de Souza em 1955 e
Museu Patrício Corrêa da Câmara em 1970. Os Livros que foram doados para núcleo, são: “Bagé; Símbolos e Festas”(1990); “Bagé e a Revolução Farroupilha”(1985); “Perfis”(1998); “Datas Importantes de Bagé”; “Fontes para a História da Revolução de 1893”(1987); “Forte Santa Tecla”; “Abolição da Escravatura em Bagé”(1984) e “Bagé para Sempre”(1981). Agradeço Bartira pela doação dos livros, os mesmos serão de grande valia para nossas pesquisas”. Completa Cássio Lopes.
domingo, 1 de maio de 2011
PESQUISADORES RESGATAM A HISTÓRIA DE UM DOS PRIMEIROS MINEIROS DE CANDIOTA
A atividade de extração de carvão sempre ocupou destaque em nossa região. O Coronel Manoel Lucas de Oliveira, que possuía estância próxima ao Arroio Candiota, assim descreveu no seu diário em 1864: “Coronel Lima(Manoel Lucas de Lima) e o “Moringue” (Coronel Francisco Pedro Buarque de Abreu)andam vendo minas de carvão. Não sei como pode, nosso país empenhado na guerra do Paraguai e outros preocupados com carvão”.
Em 1890, Emilia Reverbel, então viúva do Brigadeiro Manoel Lucas de Lima, ganhou através de decreto, autorização do governo para extrair de carvão em pedra em sua propriedade, localizada próximo ao Passo do Tigre.
Com a inauguração da estrada de ferro que ligava Bagé a Rio Grande, a atividade ganhou forças, pois surgiram várias minas de carvão próximas às estações. Uma delas trabalhou o Sr. João Maximo Lopes, juntamente com seu pai Norberto Vaz Lopes, o qual arrendava terras de propriedade do Sr. Luiz Chirivino. A Produção era totalmente artesanal, além do carvão eram comercializados o barro refratário, e o caulim, este usado na produção de louças e cerâmicas. A Mina funcionou de 1940 a 1950, possuía seis operários permanentes e diversos carroceiros contratados, que transportavam o carvão até a Estação Dario Lassance, onde era boleado de pá para plataformas com capacidade máxima de 30 toneladas. Seu João esteve recentemente visitando Candiota e o NPHCAN. Na oportunidade mostrou a mina onde trabalhava e os ranchos onde residiam que ficavam localizados próximo ao pavilhão da CRM.
“Quando era jovem, sonhava com um futuro promissor, mas hoje percebo que “aquele tempo” foi realmente os anos de ouro de minha vida”. Comenta Lopes, emocionado.
Foi através do exemplo e motivação do Núcleo de Pesquisas Históricas de Camaquã, do qual Seu João Lopes é fundador, o Núcleo de Candiota foi criado. Enfatiza Cássio Gomes, Presidente da entidade.
O Núcleo de Pesquisas Históricas de Candiota, esta de portas abertas para comunidade. Quem quiser participar de suas reuniões, as mesmas acontecem todas as primeiras segundas-férias de cada mês, as 19 horas, na Rua João Magalhães Filho, 590 em Dario Lassance.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
NÚCLEO DE PESQUISAS HISTÓRICAS DE CANDIOTA MAPEA PROVÁVEL LOCAL DA BATALHA SEIVAL
Em trabalho de pesquisa de campo, integrantes do Núcleo de Pesquisas Históricas de Candiota-NPHCAN visitaram a propriedade do Sr. Mario Salis, localizada na estrada do Arbolito, Terceiro Distrito do Baú, interior do Município de Candiota. Na oportunidade foi conhecido o provável local da Batalha do Seival, ocorrida em dez de setembro de mil oitocentos e trinta e seis, onde foi proclamada a República Rio Grandense, após a vitória dos Farroupilha comandada pelo General Antônio de Souza Netto e Coronel Manoel Lucas de Oliveira sobre as forças legalistas chefiadas pelo Coronel João da Silva Tavares. Também foi conhecida a “Picada do Zeca Netto”, local que atravessa o Arroio Seival, onde o importante líder maragato fazia seus deslocamentos e manobras militares na revolução de mil novecentos e vinte e três. Confira o breve resumo de como se travou a mais famosa de todas as batalhas da Revolução Farroupilha:
O coronel legalista João da Silva Tavares tinha se refugiado no Uruguai, depois de reveses que sofreu em combates isolados. Voltou para a Província em setembro de mil oitocentos e trinta e seis, comandando uma força de quinhentos e sessenta homens, a maior parte recrutada entre rio-grandenses no exílio. Bem armado, Tavares provocou os farroupilhas, passando pela região de Candiota, território guarnecido pela tropa do coronel Antônio de Souza Netto, formada por quatrocentos soldados, muitos dos quais eram uruguaios.
No dia dez de setembro, os inimigos se encontraram nas margens do Arroio Seival. Inicialmente houve pequena vantagem das forças imperiais, mas o cavalo de Silva Tavares, com o freio rebentado na peleia, disparou em velocidade, causando a impressão de fuga, mesmo entre seus comandados. A confusão entre eles foi aproveitada pelos cavaleiros de Netto, que atacaram com força redobrada. O resultado deste mal-entendido foi ficarem os revoltosos quase intactos, enquanto houve cento e oitenta mortos, sessenta e três feridos e mais de cem prisioneiros do lado dos imperiais. No dia seguinte, após a renhida luta, Netto marcha para o Campo dos Meneses onde proclama a INDEPENDÊNCIA DO RIO GRANDE DO SUL, sob a forma republicana.
Cássio Lopes, Presidente da entidade, relata que existem trincheiras de guerra nas barrancas do arroio, as quais foram usadas pelos farroupilhas na emboscada contra as forças do império. No Passo foram encontrados dois binóculos e três ponteiras de lanças. “Todas as evidências são concretas, nos levando a crer que esse Passo sobre o Arroio Seival, tem grandes possibilidades, de ter sido realmente o local onde se travou a batalha que culminou no feito mais importante da história Sul Rio Grandense.” Completa Lopes.
A casa da mãe Joana!
A casa da mãe Joana era bonita, vistosa, bem arrumada e organizada. Mas de um tempo pra cá seus filhos se aporrearam e a casa que dava gosto de ver, hoje está totalmente mudada.
Na casa da mãe Joana tudo pode, se atira resto de podas, entulhos, móveis velhos e até animais mortosnas ruas, terrenos, áreas verde e praças em plena luz do dia com a maior naturalidade.
Na casa da mãe Joana, no bairro de baixo, há anos as ruas e calçadas foram abertas para troca de tubulação e até hoje não foram consertadas. Em certos lugares, o esgoto corre céu aberto ininterruptamente,fazendo pairar no ambiente um fedor insuportável.
Na casa da mãe Joana diversas crianças tem que caminhar quilômetros para pegar o transporte escolar, pois as estradas estão intransitáveis, com valetas tão grandes que cabe um terneiro e nos dias de chuva até trator peludeia.
Na casa da mãe Joana a falcatrua rola solta, se vende ou arrenda o que se ganha do governo, às custas do contribuinte, e invade patrimônio alheio e depois se vende tranquilamente por meia dúzia de pilas.
Na casa da mãe Joana, se vende terreno em área nobre por metade do preço de mercado em prestações a perder de vista e alguns casos os “felizes contemplados” já se foram embora “das casa” há muito tempo.
Na casa da mãe Joana se tornou rotina depredar patrimônio histórico e cultural como se valesse nada.
Na casa da mãe Joana, se traz gente de fora para ocuparemcargos e funções simples que poderiam muito bem ser ocupadas pelos filhos daqui.
Na casa da mãe Joana,quando uma teta seca “os da flor” mais que ligeiro se atracam noutra.
Na casa da mãe Joana, o tucano anda de bico quebrado e por mais que se esforce, nunca cantará de galo.
Na casa da mãe Joana, se cobra ferrenhamente o exemplo dos pequenos, enquanto “se passa a mão por cima” dos grandes.
Na casa da mãe Joana, quem se opõe ao sistema é posto na geladeira e se chiar muito é guardado dentro do freezer.
Por essas e tantas outras quem se hospeda na casa da mãe Joana, quando vai embora, não leva mais consigo a imagem da casa do ouro negro ou das oportunidades e sim a casa da bagunça e da anarquia total.
Cássio Lopes, Escritor e Historiador.
Artigo publicado na tribuna livre do jornal "Tribuna do Pampa", página 03.
Na casa da mãe Joana tudo pode, se atira resto de podas, entulhos, móveis velhos e até animais mortosnas ruas, terrenos, áreas verde e praças em plena luz do dia com a maior naturalidade.
Na casa da mãe Joana, no bairro de baixo, há anos as ruas e calçadas foram abertas para troca de tubulação e até hoje não foram consertadas. Em certos lugares, o esgoto corre céu aberto ininterruptamente,fazendo pairar no ambiente um fedor insuportável.
Na casa da mãe Joana diversas crianças tem que caminhar quilômetros para pegar o transporte escolar, pois as estradas estão intransitáveis, com valetas tão grandes que cabe um terneiro e nos dias de chuva até trator peludeia.
Na casa da mãe Joana a falcatrua rola solta, se vende ou arrenda o que se ganha do governo, às custas do contribuinte, e invade patrimônio alheio e depois se vende tranquilamente por meia dúzia de pilas.
Na casa da mãe Joana, se vende terreno em área nobre por metade do preço de mercado em prestações a perder de vista e alguns casos os “felizes contemplados” já se foram embora “das casa” há muito tempo.
Na casa da mãe Joana se tornou rotina depredar patrimônio histórico e cultural como se valesse nada.
Na casa da mãe Joana, se traz gente de fora para ocuparemcargos e funções simples que poderiam muito bem ser ocupadas pelos filhos daqui.
Na casa da mãe Joana,quando uma teta seca “os da flor” mais que ligeiro se atracam noutra.
Na casa da mãe Joana, o tucano anda de bico quebrado e por mais que se esforce, nunca cantará de galo.
Na casa da mãe Joana, se cobra ferrenhamente o exemplo dos pequenos, enquanto “se passa a mão por cima” dos grandes.
Na casa da mãe Joana, quem se opõe ao sistema é posto na geladeira e se chiar muito é guardado dentro do freezer.
Por essas e tantas outras quem se hospeda na casa da mãe Joana, quando vai embora, não leva mais consigo a imagem da casa do ouro negro ou das oportunidades e sim a casa da bagunça e da anarquia total.
Cássio Lopes, Escritor e Historiador.
Artigo publicado na tribuna livre do jornal "Tribuna do Pampa", página 03.
quarta-feira, 30 de março de 2011
NÚCLEO DE PESQUISAS HISTÓRICAS DE CANDIOTA VISITA O MAUSOLÉU DO BRIGADEIRO MANOEL LUCAS DE LIMA
Em trabalho de pesquisa de campo, pelo Passo do Tigre, Segundo distrito de Jaguarão Grande em Candiota, integrantes do Núcleo de Pesquisas Históricas de Candiota-NPHCAN visitaram o Mausoléu do Brigadeiro Manoel Lucas de Lima, conhecido popularmente como “Cemitério da Igrejinha. O Mausoléu, construído no final do século XIX, chama atenção pela beleza de seus detalhes em estilo Néo-Classico. Além de Manoel estão sepultados no local diversos parentes, sendo que foi possível a identificação de: Maria Pimentel de Lima e sua esposa Emilia Reverbel de Lima. Distante cerca de 500 metros do Mausoléu existe um túnel subeterraneo que provavelmente foi usado para fins de militares. Seu acesso é de difícil investidura, pois foi escavado praticamente “a pique”, sua fenda de entrada somente é possível através de rastejo e seu interior lembra uma caverna, onde pode abrigar tranquilamente de 3 a 4 pessoas. “Acreditamos que o túnel servia como ferramenta para surpreender inimigos, pois conforme relato de moradores da região, existia outra entrada do mesmo, distante 300 metros, atualmente atulhada.” Comenta Cássio Lopes, presidente da entidade. Para melhor conhecimento da comunidade o Núcleo fez um breve esboço da vida do Brigadeiro Manoel Lucas de Lima:
• Nasceu no segundo distrito de Piratini em 21 de Janeiro de 1815, filho de Vicente Lucas de Oliveira e Florencia Gomes de Lima.
• Ingressou em 1835 como praça na Revolução Farroupilha, no qual foi ferido por bala na articulação do punho direito, na Batalha do Ponche Verde. Concluiu a revolução no posto de capitão.
• Em 1851 lutou na guerra contra o ditador Rosas.
• Em 1865 casou-se com a Sra. Emilia Reverbel Lima.
• Foi comandante das guarnições da fronteira de Jaguarão, Bagé e Quarai.
• Em 1866, já coronel, comandou na Guerra do Paraguai, dez corpos de cavalaria. Decorrido dois anos em solo paraguaio, foi acometido por terrível moléstia que o obrigou retornar a pátria.
• Após uma vida dedicada, de 49 anos de valorosos serviços prestados a pátria, faleceu aos 68 anos em 25 de abril de 1883 na cidade de Bagé.
Assinar:
Postagens (Atom)